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Rafael Fonteles deve passar 15 dias em Brasília para coordenar campanha de Lula
Governador do Piauí pretende intensificar agenda na capital federal nos próximos 15 dias, enquanto vice-governador Washington Bandeira coordenará o secretariado estadual
Por Dulina Fernandes
Publicado em 09/10/2026 15:37
Brasil
Reprodução
Governador Rafael Fonteles

O governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), afirmou nesta sexta-feira (9) que deve passar 15 dias em Brasília para ajudar na campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O petista também pretende aproveitar a permanência na capital federal para tratar de parcerias entre os governos estadual e federal.

Em entrevista coletiva, Rafael explicou que participará das articulações nacionais da campanha durante o segundo turno das eleições presidenciais de 2026, sem deixar de acompanhar as demandas administrativas do Piauí.

Segundo o governador, a estrutura de coordenação da campanha já está organizada e foi ampliada para incluir lideranças que atuaram nos estados durante o primeiro turno e que agora podem dedicar mais tempo à articulação nacional.

Washington Bandeira coordenará secretariado estadual

Além de comentar a atuação na campanha de Lula, Rafael Fonteles anunciou que o vice-governador eleito, Washington Bandeira (PT), terá a responsabilidade de coordenar o secretariado estadual no próximo mandato.

Segundo Rafael, as mudanças na composição das secretarias serão divulgadas depois do segundo turno das eleições presidenciais. O governador afirmou que pretende organizar a equipe e planejar a transição administrativa, mesmo com a continuidade da atual gestão.

Washington Bandeira também deverá acompanhar duas áreas consideradas prioritárias pelo governador: o abastecimento de água e a possibilidade de redução gradual da alíquota modal do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Os dois temas estiveram entre os mais debatidos durante a campanha eleitoral no estado. Na terça-feira (6), Rafael já havia anunciado que pretende reforçar a fiscalização do contrato de concessão dos serviços de água e esgoto e estudar a viabilidade de diminuir gradualmente a alíquota do imposto.

 

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