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Panorama Político: Vereadores picoenses têm “dedo de prosa” com o homem forte do Karnak
Confira a edição da coluna deste sábado
Por Dulina Fernandes
Publicado em 28/02/2026 19:10
Picos

O prefeito Pablo Santos (MDB) e o deputado Nerinho (PT), que comandam os principais blocos políticos da região de Picos, referendaram os pedidos do G15. Já o também líder político Severo Eulálio, por conflito de agenda, não participou do encontro.

Agenda no Karnak

Os 15 vereadores do município de Picos que apoiam o governador Rafael Fonteles (PT) foram recebidos pelo ex-secretário de Educação e atual “CEO” do Palácio de Karnak. Os parlamentares apresentaram os principais gargalos da esfera estadual na cidade, apontados pela população. A primeira-dama Anyara Santos, apontada como possível candidata a deputada estadual, também participou do encontro.

Esperançosos

A comitiva do grupo dos 15 voltou esperançosa de que as demandas por eles apresentadas serão solucionadas. Comentários dão conta de que muitos metros de pavimentação poliédrica serão destinados para o município. Dizem que é a obra preferida por alguns vereadores. Será por quê, hein?

Ausentes

Os vereadores Eriberto Barros (PSD) e Afonsinho (Progressista) não integram o bloco. No campo estadual, eles deverão formar o grupo dos dois. O G2. A dupla estará no palanque oposto na eleição de outubro próximo.

Promete

O prefeito de Picos, Pablo Santos (MDB), não promoveu o carnaval de rua este ano. No entanto, o gestor começou a divulgar o “Picos Cidade Junina”, que promete ser muito maior que as edições anteriores. Ao que tudo indica, vai ser uma festa de arromba. O anúncio da primeira atração já fez gente chorar sem sentir dor.

Movimentado

Após muito tempo fechado, o gabinete fantasma do Palácio Coelho Rodrigues (sede do poder municipal picoense) foi reaberto e vem sendo bem frequentado. Dizem que a movimentação na sala é fruto da simpatia do líder designado para chefiar o espaço. Mas, conforme um assíduo frequentador do local, o movimento já está até provocando uma pontinha de ciúmes. Hum… quem é ou quem são os ciumentos?

Será se repete?

Na 8ª Legislatura (1971-1973), o eleitorado picoense já elegeu dois irmãos para o cargo de vereador. Os manos pertenciam à tradicional família Portela. Filandro Portela Neto Ducha foi eleito pela então “Arena”, e Elizeu Ferreira Portela pelo “Manda Brasa”. Comenta-se que, ao que tudo indica, no pleito de 2028 a façanha poderá até não se repetir, mas a chance de dois irmãos também da família Portela tentarem repetir o feito existe. Se irão conseguir, só as urnas dirão.

Pediu um tempo

O vereador irmão Zé Luís (MDB) apresentou um requerimento junto à Mesa Diretora da Câmara Municipal de Picos solicitando afastamento por 121 dias. Na justificativa apresentada, o parlamentar afirma que o motivo da licença se dá em razão da necessidade de tratar de assuntos de cunho pessoal.

Não foi bem assim

O vereador, que é pré-candidato a deputado federal, afirmou que não participou do acordo entre os deputados Castro e Jadyel Alencar, o prefeito Pablo Santos (MDB) e o vereador João Rufino (PSD), como foi publicado pela coluna. Ele ressaltou que a tratativa para que o vereador vote em Jadyel, e não em Castro Neto, como forma de compensação, existiu sim, mas sem sua participação no acordo.

Deu um balão

O prefeito de Jaicós, Wesley Bispo (PSD), mudou novamente seu apoio na disputa de uma vaga na Câmara Federal. O pré-candidato natural do gestor seria o deputado estadual Georgiano Neto (MDB), mas devido ao rompimento com o ex-prefeito Neném de Edite (PSD), resolveu não apoiar os mesmos candidatos do seu ex-padrinho político e assegurou apoio ao ex-governador Wilson Martins (PT). Só que, surpreendentemente, o prefeito mudou mais uma vez e, durante a festa de emancipação política do município, fechou com o deputado Castro Neto (PSD).

Igual ioiô

Comenta-se que, antes de dar o balão no ex-governador, o prefeito ficou igual ioiô. Trocou figurinhas com o deputado Jadyel Alencar (Republicanos), mas parece que as negociações não avançaram. Bem, a eleição só acontecerá no mês de outubro. Será que ele mudará de ideia mais uma vez até lá?

Agenda positiva

O prefeito de Sussuapara, Naerton Moura (MDB), cumpriu nesta semana mais uma produtiva agenda em Brasília. Lá, ele esteve ao lado do superintendente da CODEVASF, Marcelo Filho, e do deputado federal Castro Neto, tratando de pautas importantes para o desenvolvimento do município, que, em sua gestão, vem crescendo a passos largos.

Foi em busca

Quem também cumpriu agenda institucional na Capital Federal foi o prefeito de Aroeiras do Itaim, Marciano Macêdo (PSD). Dentre os inúmeros compromissos, o gestor se reuniu com o senador Ciro Nogueira, com quem tratou de demandas do município. Marciano também foi recebido pelo ministro do Esporte, André Fufuca. Com o ministro, o prefeito discutiu parcerias voltadas ao fortalecimento das políticas públicas de fomento ao esporte.

Na 5ª marcha

Apesar de ter recebido o município destroçado, administrativamente falando, parece que, com pouco mais de um ano à frente do Executivo municipal, Marciano engatou a quinta marcha e vem deixando a população esperançosa de que Aroeiras dará um grande salto nos indicadores de crescimento nos próximos anos. Já que ao longo de sua história de emancipação, o município cresceu foi como rabo de cavalo.

Dilema

Em nível nacional, o PT está insistindo numa federação com o Psol, Rede, PV e PCdoB. A ala mais à esquerda pesolista não vê com bons olhos essa possibilidade. Só que a ala do partido comandada pela deputada Érika Hilton e pelo ministro Guilherme Boulos está levando o partido para esse debate.

Lançados

No estado do Piauí, o partido já anunciou as pré-candidaturas de Gisvaldo Oliveira ao governo do estado e de Francinaldo Leão ao Senado. Segundo um integrante da legenda de Picos, caso a federação seja aprovada, representa uma descaracterização do partido, que corre o risco de se tornar linha auxiliar do PT.

Pauta comum

Ainda de acordo com o psolista, há convergência entre as duas siglas em várias frentes de luta, mas politicamente os horizontes são diferentes. Só que, apesar do racha na agremiação partidária em nível nacional, evitar o retorno do que ele definiu como extrema direita e o apoio à reeleição do presidente Lula são uma pauta comum.

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